quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Não faça um projeto! Vivencie-o!



A diferença pode parecer sutil, mas não se engane: faz toda diferença para o sucesso. Nada adianta os softwares de última geração e as consultorias mais renomadas se não houver uma imersão no processo. Estar perto do cliente e saber sua necessidade; entender o mercado não apenas com artigos e palestras, mas também indo a campo para interpretá-lo.

É como querer abrir uma padaria e não saber fazer pão ou não conseguir acordar cedo. Ou vender sanduíches sofisticados e caros a um público que conta moedas para tomar uma média com pão na manteiga.

Uma campanha publicitária de um banco renomado foi muito feliz ao afirmar que o problema de algumas empresas é ao crescer se afastar do cliente. Realmente , me sinto na obrigação de questionar alguns empresários se eles ainda se lembram para quem vendem. A pergunta é medíocre, mas acreditem que a resposta é pavorosa.


O importante é não deixar de sentir as tendências, a mudança cultural e as sugestões. Ter uma equipe apta para absorver do externo para o interno gradualmente e de forma perene. A grande sugestão é investir mais nos gestores do projeto e não acreditar que um software vai ser suficiente. Certamente ele é bom, mas não faz milagre sem uma equipe eficaz.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Moda Inteligente

Falar sobre desenvolvimento sustentável virou moda. Cada vez mais encontramos pessoas dispostas a discutir o assunto, seja em um seminário ambientalista, em uma tese científica, ou até mesmo em algum relatório empresarial. O termo dá início a inúmeros debates sobre meio ambiente, economia, política e desenvolvimento humano.

De acordo com os empresários, mais do que um simples modismo, a prática do DS veio pra ficar, tomando como exemplo o propósito europeu de aumento da conscientização ambiental por parte das organizações empresariais e dos indivíduos. A proposta é progredir sem degradar o meio ambiente e nem exaurir os recursos naturais. E para que essa meta seja alcançada é preciso que haja planejamento, além do bom senso das pessoas para reconhecer que os recursos naturais são finitos. Esta concepção representa uma maneira diversificada de desenvolvimento econômico, colocando como alvo principal o meio ambiente.

Seguindo essa linha de sustentabilidade, tomamos como exemplo a rede paulista de lavagem de carros Dry wash, comandada pelo publicitário Lito Rodrigues, de 40 anos. A empresa começou em 1994, quando o publicitário resolveu investir na profissionalização do setor de lava-rápidos. Mas foi na hora de ampliar o negócio – o empresário pretendia lavar carros cada vez mais próximo de seus clientes –, que surgiu o problema: como trabalhar nas garagens de condomínios, por exemplo, se nesses lugares não havia a disponibilidade de água?

E foi no intuito de solucionar esse problema que Lito Rodrigues iniciou as pesquisas para dar origem a um novo sistema de lavagem. “Eu tinha esse problema para resolver e, também, estava consciente de que a água é um recurso natural escasso. Surgiu então o desejo de desenvolver um sistema de limpeza a seco”.

Nascia assim o Eleva Dry wash Neutro, uma composição química que dá brilho, impermeabeliza a pintura, faz com que o carro demore mais tempo para sujar e, o mais importante, não interfere no meio ambiente. Atualmente, a empresa é referência de responsabilidade social e ambiental. O próximo passo é substituir os produtos químicos por alternativas orgânicas.

O progresso de uma empresa deve estar alinhado com o desenvolvimento de pessoas, cuidado com o meio ambiente e lucro, produzindo uma verdadeira e inteligente evolução humana.

Aline Fróes

Fonte >> Notas - Geral. REVISTA VOCÊ S/A: Entrevista, n. 122, p. 17, agosto/2008.
http://www.wwf.org.br/informacoes/questoes_ambientais

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Desemprego X Empreender



A solução para sua carreira talvez não seja arrumar emprego, mas dar emprego. Com o aumento do desemprego nas capitais, aumenta o número de jovens que se aventuram na sua própria empreitada. Em Salvador, a capital do desemprego 70% das pessoas que procuram o Sebrae estão desempregadas. “É a única forma que eles vêem para entrar no mercado de trabalho. Empreender não pode ser por necessidade apenas, tem que ser por criatividade” comenta a técnica em orientação empresarial do Sebrae, Josélia Pontes.


Aproximadamente 24 milhões de brasileiros têm entre 18 e 29 anos de idade, representando quase um terço de nossa População Economicamente Ativa (PEA). As mudanças no mercado de trabalho, maiores exigências de qualificação e aumento da competição profissional, dificultam o acesso destes jovens ao primeiro emprego, transformando-os numa das categorias mais vulneráveis do mercado de trabalho.


No ano 1999, segundo o IBGE, havia mais de 16 desempregados em cem jovens entre 18 e 19 anos (16,91%). Para pessoas de 20 a 24 anos, a taxa alcançou 11,88%. Para os de 25 a 29, foi de 8,3%. São índices que superam a taxa nacional de desemprego, de 7,82%.


Diversos programas e instituições como Sebrae e Incubadoras de empresas no Brasil buscam apoiar os jovens com vocação para criar seus próprios negócios, facilitando capital e a capacitação para assumirem o desafio empresarial.


Contudo, não se pode pensar que empreender é não ter chefes e obrigações. Trata-se de um muito trabalho e planejamento. O diretor superintendente do Sebrae Sérgio Malta destaca que abrir e, sobretudo, manter uma pequena empresa ainda é um grande desafio. Além disso alerta que para o Brasil oferecer um ambiente favorável ao crescimento dos pequenos negócios, com menos impostos e menos burocracia, é necessário que o Senado também aprove o projeto da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, recentemente aprovado na Câmara dos Deputados.


Atualmente, metade dos pequenos negócios fecha as portas com até dois anos de vida. Nos países mais desenvolvidos, esse número varia de 20% a 40% Se não houver planejamento, é bem possível que haja o insucesso. Por outro lado, um jovem com criatividade e força de trabalho em parceria com órgãos sérios podem ajudara diminuir esses números das pesquisas: tanto de desemprego, quanto de empresas com portas fechadas.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Feira do empreendedor

De 21 a 24 de Agosto, o Centro de Convenções Centrosul em Florianópolis, SC, receberá a Feira do Empreendedor. Um evento comercial promovido pelo SEBRAE que busca fomentar o empreendedorismo e o desenvolvimento sustentável na região.

Realizada a cada dois anos desde 1995, em diferentes estados e regiões do país, a Feira do empreendedor traz sempre novas informações para aqueles que desejam iniciar ou potenciar seu negócio.

Este ano a mesma contará com quase cem palestras com temas relacionados à competitividade empresarial, vendas, gestão, empreendedorismo entre outros. Além de Oficinas que vãocapacitar profissionais para atividades produtivas e Clínicas Tecnológicas onde o empreendedor receberá uma assessoria de como consolidar seu negócio.

A Feira do Empreendedor é uma parceria do SEBRAE, Banco do Brasil, Governo Federal, Caixa Econômica, BADESC, AMCRED-SC, Associação Empresarial da Região Metropolitana de Florianópolis, e com o apoio do Grupo RBS.

Maiores informações no site: www.feiradoempreendedor.com.br


Aline Fróes